Chegue perto de mim
Não precisa falar
Acenda o meu cigarro
Não queira me agradar
Queira
Queira
Não decida nem pense
Não negue nem se ofereça
Não queira se guardar
Não queira se mostrar
Queira
Queira
Escute essa canção
Ou qualquer bobagem
Ouça o coração, amor
Escute essa canção
Ou qualquer bobagem
Ouça o coração
Que mais, sei lá
Tom Zé & Mutantes
Mostrando postagens com marcador Tom Zé. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tom Zé. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, novembro 30, 2007
sexta-feira, maio 27, 2005
Só
Solidão
Que poeira leve
Solidão
Olha a casa é sua
O telefone chamou
Foi engano
Solidão
Que poeira leve
Solidão
Olha a casa é sua
E no meu descompasso
O riso dela
Na vida quem perde o telhado
Em troca recebe as estrelas
Prá rimar até se afogar
E de soluço em soluço esperar
O sol que sobe na cama e acende o lençol
Só lhe chamando, solicitando
Se ela nascesse rainha
Se o mundo pudesse agüentar
Os pobres ela pisaria
E os ricos íris humilhar
Milhares de guerras faria pra se deleitar
Por isso eu prefiro cantar sozinho
(Tom Zé)
Que poeira leve
Solidão
Olha a casa é sua
O telefone chamou
Foi engano
Solidão
Que poeira leve
Solidão
Olha a casa é sua
E no meu descompasso
O riso dela
Na vida quem perde o telhado
Em troca recebe as estrelas
Prá rimar até se afogar
E de soluço em soluço esperar
O sol que sobe na cama e acende o lençol
Só lhe chamando, solicitando
Se ela nascesse rainha
Se o mundo pudesse agüentar
Os pobres ela pisaria
E os ricos íris humilhar
Milhares de guerras faria pra se deleitar
Por isso eu prefiro cantar sozinho
(Tom Zé)
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Carta
Eu preciso mandar notícia
pro coração de meu amor me cozinhar
pro coração de meu amor me refazer
me sonhar
me ninar
me comer
me cozinhar como um peru bem gordo
me cozinhar como um anum-tesoura
um bezerro santo
uma nota triste.
Me cozinhar como um canário morto
me cozinhar como um garrote arrepiado
um pato den´d´água
um saqué polaca.
Eu escrevo minha carta num papel decente
quem se sente
quem se sente com saudade não economiza
nem à guisa
nem dor nem sentimento que dirá papel
o anel
o anel do pensamento vale um tesouro
é besouro
é besouro renitente cuja serventia
já batia
já batia na gaiola e no envelope
e no golpe
e no golpe da distância andei 200 léguas
minha égua
minha égua esquipava, o peito me doía
quando ia
quando ia na lembrança vinha na saudade.
(Tom Zé)
pro coração de meu amor me cozinhar
pro coração de meu amor me refazer
me sonhar
me ninar
me comer
me cozinhar como um peru bem gordo
me cozinhar como um anum-tesoura
um bezerro santo
uma nota triste.
Me cozinhar como um canário morto
me cozinhar como um garrote arrepiado
um pato den´d´água
um saqué polaca.
Eu escrevo minha carta num papel decente
quem se sente
quem se sente com saudade não economiza
nem à guisa
nem dor nem sentimento que dirá papel
o anel
o anel do pensamento vale um tesouro
é besouro
é besouro renitente cuja serventia
já batia
já batia na gaiola e no envelope
e no golpe
e no golpe da distância andei 200 léguas
minha égua
minha égua esquipava, o peito me doía
quando ia
quando ia na lembrança vinha na saudade.
(Tom Zé)
Assinar:
Postagens (Atom)